Por uma estratégia equitativa de vacinação da população privada de liberdade contra a COVID-19

Importante artigo foi publicado em Cadernos de Saúde Pública, por Luciana Simas, integrante do LIDHS/UFRJ, e do Grupo Saúde nas Prisões (ENSP/FIOCRUZ), grupo parceiro do LIDHS em diversas pesquisas sobre o tema.


O artigo "Por uma estratégia equitativa de vacinação da população privada de liberdade contra a COVID-19", de autoria de Luciana Simas, Bernard Larouze, Vima Diuana e Alexandra Sánchez, aborda o tratamento da questão prisional no acesso da população privada de liberdade (PPL) à vacinação contra a COVID-19, devido ao risco elevado pela infecção viral dos presos que vivem em alta vulnerabilidade decorrente do ambiente carcerário nas unidades prisionais, em especial os integrantes de grupos de maior suscetibilidade e de agravamento da saúde a partir do contágio da doença, como presos idosos (> 60 anos) e/ou portadores de comorbidades.


Em perspectiva com direitos humanos, o artigo indica que a população prisional deva também constituir o grupo prioritário segundo os critérios de hierarquização de riscos e de prioridades estabelecidos à população geral, sem distinção, fazendo prevalecer sua condição individual sobre o fato de integrarem a população carcerária.


Por uma estratégia equitativa à vacinação, considerando a difícil e limitada oferta na distribuição de vacinas, o artigo aponta a necessidade de considerar as comorbidades, a idade e o ambiente de vulnerabilidade prisional no qual estão inseridas a PPL.


Trata-se de leitura relevante no campo da saúde pública para aqueles que têm interesse na temática proposta. Acesso o artigo na íntegra aqui.


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