Tratado da pandemia, segurança sanitária e direitos humanos


A desigualdade da vacinação no mundo tem evidenciado como questões sanitárias, econômicas e políticas podem afetar o combate à pandemia.


Alguns países já aprovaram a aplicação da terceira dose, e outros desperdiçam até centenas de milhares de doses pela baixa procura. Enquanto isso, novas variantes surgem e preocupam ainda mais os países que não têm doses suficientes para vacinar nem a população adulta. Segundo a OMS, quase 44% das doses foram administradas em países ricos. Nas nações mais pobres, o número é de apenas 0,4%.


Nesse cenário, será realizada em novembro uma assembleia mundial para discutir a adoção de um Tratado Internacional que estabeleça orientações sobre a prevenção e o enfrentamento de pandemias a serem seguidas por todos seus Estados-membros, já que o Regulamento Sanitário Internacional (RSI), adotado em 2005, se revelou insuficiente para conter a propagação da Covid-19.


️Na próxima quinta (19/08), especialistas da saúde coletiva e do direito se reunirão para discutir questões relativas a essa proposta de Tratado. É mesmo necessário um novo Tratado? O que ele deve abordar? Como pode ser efetivo na prevenção de pademias? Estará focado na segurança sanitária por meio de sistemas de alerta epidemiológico? Ou terá foco na promoção do direito à saúde, em particular, e dos direitos humanos, em geral? Participe!


Tratado da pandemia, segurança sanitária e direitos humanos

Quando: 19/08 (quinta-feira), às 16h

Transmissão: canal do Cidacs/Fiocruz no YouTube

Inscrições: http://bit.ly/3CLnAs2



Texto e imagem: Rede Covida

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