EXTENSÃO

2016 – Atual - “Abordagens dos Direitos Humanos na Saúde”

Modalidade: Curso de atualização

 

Carga horária: 30 h.

 

Coordenação: Miriam Ventura

 

Público-Alvo: Alunos de pós-graduação e graduados em qualquer área do conhecimento, profissionais de nível médio ou superior que atuem no setor Saúde, Educação, Segurança, Social e Sistema de Justiça, em organizações não governamentais, grupos comunitários, organizações sindicais.

Instituição parceira: Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro (DPE-RJ)

Descrição: CONCEPÇÕES, TEORIAS E SISTEMA DE GARANTIA DOS DIREITOS HUMANOS. DIREITOS HUMANOS, VULNERABILIDADE E SAÚDE. DIREITOS HUMANOS E DIREITO À SAÚDE. Os direitos humanos (DH) têm se legitimado como um parâmetro ético universal de agir e um importante referencial teórico e metodológico para a compreensão de questões humanas, sociais e políticas. Os DH constituem um conector privilegiado na circulação de diferentes saberes (ético, bioético, jurídico e sanitário) que pode contribuir na pesquisa acadêmica e no desenvolvimento dos sistemas e de práticas de saúde, consonantes com o SUS. Conhecer e refletir sobre esses referenciais e suas articulações tornam-se fundamentais na formação acadêmica e no trabalho na saúde, e nas mais diversas áreas sociais, educação, segurança pública, e órgãos do sistema de justiça, em uma perspectiva intersetorial e integral da saúde. Igualmente importante o uso desse referencial para ação social de diferentes atores (ONG/OSCIP, Sindicatos, Grupos comunitários). Nesse sentido, o Curso visa oferecer subsídios para a reflexão e compreensão do processo de construção e formulação, da estrutura, dos conteúdos e do sistema de garantia dos direitos humanos (DH) aplicados à saúde, e para atuação de gestores, profissionais e cidadãos em geral. Para tanto busca-se integrar diferentes conhecimentos (ético/bioético, jurídico e sanitário) e enfatizar contextos de vulnerabilidades a agravos de saúde e a violações de direitos humanos, bem como, as garantias legais e o uso do instrumental DH na efetivação e responsabilização estatal do direito à saúde (advocacy).

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2020 – 2021 - "Uma imagem, uma mensagem... expressões de profissionais de saúde no contexto do COVID-19”

Modalidade: Ação de Extensão

 

Coordenação: Neide Emy Kurokawa e Silva

 

Descrição: Diante da magnitude e rapidez da pandemia provocada pelo novo agente COVID-19, os profissionais de saúde mal puderam se apropriar das poucas informações sobre a doença e já precisaram assumir a linha de frente do cuidado às pessoas afetadas. Além disso, lidam com a escassez de equipamentos para esse cuidado e de biossegurança, com a necessidade/obrigatoriedade de ampliarem os turnos de trabalho, e o convívio cotidiano de adoecimento e morte, incluindo colegas de trabalho. Ao lado das manifestações públicas de reconhecimento pelo seu trabalho, os profissionais de saúde - diante das vulnerabilidades pessoais e do sistema para desenvolverem suas atividades experienciam temores, angústias, revoltas, mas também têm ideias e propostas. Considerando tal panorama e tendo como referência os aportes da Medicina Narrativa, objetivou-se promover a expressão e elaboração dos sentimentos decorrentes dos contextos social, pessoal e profissional gerados pela pandemia do COVID-19.  Utilizando-se da rede social Instagram, hospedou-se em uma conta imagens com mensagens de profissionais de saúde, que foram mediadas pelos integrantes do projeto.

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2016 – 2019 - "Inovando práticas de prevenção e promoção da saúde a partir da análise local de vulnerabilidades à saúde, no contexto do vírus Zika”

Modalidade: Projeto de Extensão

Coordenação: Neide Emy Kurokawa e Silva

Descrição: O objetivo central do projeto é desenvolver capacidades e fomentar práticas inovadoras de prevenção e promoção da saúde, no contexto do vírus Zika, considerando que hoje ainda são majoritariamente centradas no tradicional modelo campanhista de saúde pública. A proposta consiste na realização de oficinas visando a capacitação em análise de vulnerabilidades territoriais. Tendo como referência a pedagogia crítica problematizadora, a análise de vulnerabilidades deve contemplar, a partir de um conjunto próprio de materiais de apoio e técnicas: a) o (re)conhecimento do território; b) a apreensão dos conhecimentos, controvérsias e lacunas em torno do vírus Zika; c) identificação das diferentes dimensões individuais, programáticas e sociais que podem suscetibilizar indivíduos e grupos aos seus agravos; d) proposição de ações, a partir da análise. Com esse aporte pretende-se que diferentes grupos, em diferentes territórios do município do Rio de Janeiro (agentes comunitários de saúde, profissionais da saúde, da educação, de organizações comunitárias, estudantes, etc) tanto possam desenvolver propostas de ação que considerem os contextos locais de vulnerabilidade ao vírus Zika, atendendo à realidade e às especificidades do território, quanto sejam habilitados a disseminarem a proposta junto a outros grupos, atuando como mediadores. Ao reforçar a escolha por referências críticas (da vulnerabilidade e da pedagogia problematizadora), pretende-se contribuir no adensamento das iniciativas que visam aproximar as práticas de prevenção e promoção da saúde às aspirações democráticas e participativas do SUS.